Minas Gerais 2018-10-31T18:31:21+00:00

História e desenvolvimento

Minas Gerais é um estado dos mais promissores do país por apresentar características únicas de valorização. Quando fazemos uma análise geral pelo país, identificamos que Minas Gerais segue a tendência dos principais mercados imobiliários do Brasil. No entanto, algumas características tornam os imóveis em Minas Gerais com potencial de valorização surpreendente.

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Localizado na Região mais desenvolvida economicamente do Brasil (Sudeste), o estado de Minas Gerais possui extensão territorial de 586.520,368 quilômetros quadrados e abriga 19.597.330 habitantes. Minas Gerais, com 241,3 bilhões de reais, detém o terceiro maior Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, atrás somente dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Sua contribuição para o PIB nacional é de 9,1% e no âmbito regional, sua participação é de 16,1%. A composição do PIB mineiro é: agropecuária 8,4%, indústria 31,9%, serviços 59,7%.
O setor de serviços está em constante desenvolvimento e já é o maior responsável pelo PIB estadual. Os serviços de telecomunicação e o setor de comércios contribuem de forma significativa para o avanço econômico de Minas Gerais.

Sylvio Araújo

Sylvio Araújo

Gerente de expansão MG

O mercado imobiliário mineiro

Minas Gerais é um estado dos mais promissores do país por apresentar características únicas de valorização. Quando fazemos uma análise geral pelo país, identificamos que Minas Gerais segue a tendência dos principais mercados imobiliários do Brasil, como São Paulo e Rio de Janeiro. No entanto algumas características tornam os imóveis em MG com diferencial de valorização considerável.

Para iniciarmos a característica montanhosa do estado faz com que se tenha uma relativa baixa de opções para construções e loteamentos, desta forma mesmo em cidade com cerca de 5000 habitantes é comum o lançamento e venda de um loteamento com centenas de unidades em poucos dias. Outro fato é a supervalorização que o povo mineiro atribui a ter um imóvel como patrimônio. Em pesquisa realizada em 2016 pela empresa SSX Gestão e Negócios em 12 cidades, 8 em cada 10 mineiros possuem como sonho adquirir o primeiro imóvel ou poder investir em outro de maior valor.

Em outra pesquisa realizada pela empresa em 2017, em cidade de 80 a 120 mil habitantes, estavam produzindo na época da mesma cerca de 3000 novas unidades imobiliárias, seja em lotes, apartamentos e casas. Enfim, em Minas Gerais a regra é a mesma, os imóveis são os investimentos prediletos e pairam nos sonhos da população como um desejo maior. Mesmo durante a retração econômica o mesmo continuou lançando e a perspectiva para o ano de 2018 é um aumento considerável dos lançamentos nos quatro cantos do estado.

Tecnologia – San Pedro Valley em Belo Horizonte

O importante cluster localizado no bairro de São Pedro na capital mineira – denominado San Pedro Valley – é constituído por mais de 250 empresas de base tecnológica (startups) , 8 aceleradoras, 2 incubadoras de empresas, 10 espaços de trabalho compartilhado (coworking) e 5 empresas de venture capital (INDI, mai/17). Destacamos, ainda, neste cenário, projetos e eventos tais como o Projeto Hub Digital, as startups da região do Raja Valley, Fiemg Lab e Café Atmosfera e a realização do grande encontro de inovação – a Feira Internacional de Inovação e Tecnologia – FINIT . A de se esperar que nos próximos anos o supracitado setor ocupará importante lugar na composição econômica do estado..

O famoso café mineiro

Líder brasileiro na produção de café, Minas Gerais produziu 26,8 milhões de sacas, representando 58% da produção brasileira em 2016. O café lidera as vendas internacionais de agronegócio, e é o segundo produto mais exportado do estado (2016). Os produtores de café de Minas Gerais exportaram US$ 3.5 bilhões em 2016, 47.9% da exportação total de agronegócio do estado. A produção de café atrai projetos importantes, como a fábrica de cápsulas da Dolce Gusto Nestlé no município de Montes Claros, instalada em 2015.

A certificação internacional, facilitadora do acesso a mercados de maior valor agregado; o fomento a programas voltados para a utilização de mecanismos sustentáveis; as políticas de financiamento, de preços e de inovação; as pesquisas em tecnologia e melhoria de produto; as boas práticas de produção e gestão; o treinamento de produtores; a qualificação de mão-de-obra; e os investimentos na mecanização da produção constituem os vetores dos programas desenvolvidos pelas empresas e entidades de pesquisa vinculadas ao poder público mineiro, visando capacitar o setor cafeeiro, para competir no ambiente de mudanças estruturais em curso nos mercados nacional e internacional.

Economia criativa

A economia criativa e do conhecimento consolida-se em Minas Gerais nas várias formas da produção artística, na moda, na indústria do audiovisual, na gastronomia, arquitetura, pedras preciosas e design – entre outras. A vocação econômica de Minas Gerais se diversifica, sobretudo nos segmentos de saúde e ciências da vida. O Estado abriga hospitais, laboratórios e clínicas de excelência em atendimento e procedimentos.

Outra referência, cada vez mais evidente, a ponto de assegurar ao Estado a vanguarda na pauta de exportações brasileiras, é o setor de biotecnologia. Este segmento, com itens de tecnologia avançada e alto valor agregado, é responsável pelo aumento da produtividade agrícola, pelo desenvolvimento de novos medicamentos, vacinas, dispositivos médicos, sistemas de diagnósticos e de inovações na área de biocombustíveis.Sêmen e embriões de animais, lentes intraoculares, válvulas cardíacas e medicamentos com insulina estão listados na balança comercial de Minas sendo que, nestes três últimos, o Estado é o maior exportador mundial.

O setor tornou-se prioritário na estratégia de desenvolvimento do Estado e conta com entidades como BDMG, BNDES, Sebrae, CNPQ, Finep, Fapemig, universidades, instituições científicas e centros de pesquisa como seus apoiadores e incentivadores. Estes e outros fatores fazem com que investidores e empreendedores encontrem no Estado, onde já estão instaladas cerca de 400 empresas deste segmento, um ambiente propício de negócios.

Construção civil

Grande geradora de empregos, renda e tributos, a indústria da construção civil no Brasil é muito relevante para a economia do País: segundo dados da CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção – representa hoje aproximadamente 6% do nosso PIB. E o cenário é o mesmo em Minas Gerais. Para um setor tão fundamental para a retomada do crescimento da economia brasileira, os temas da produtividade e inovação são fundamentais e podem fazer, cada vez mais, a diferença nesta indústria. A construção civil tem também um grande impacto no meio ambiente, cerca de 60% do total de resíduos sólidos produzidos nas cidades brasileiras têm origem na construção civil.

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